<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3817270067461220627</id><updated>2012-02-16T03:44:31.246-08:00</updated><title type='text'>mechamedeleo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>; )</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03420872545493406766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3817270067461220627.post-2105191476662855947</id><published>2009-02-26T10:04:00.000-08:00</published><updated>2009-03-06T10:54:04.335-08:00</updated><title type='text'>Sentir o sentimento.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Só de tocar, sinto seu cheiro.&lt;br /&gt;Sem ao menos tê-la cheirado antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só de olhar, sinto seu gosto.&lt;br /&gt;Sem ao menos tê-la beijado antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só de ouvir, sinto sua pele.&lt;br /&gt;Sem ao menos tê-la tocado antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só de cheirar, vejo sua beleza.&lt;br /&gt;Sem ao menos tê-la visto antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só de beijar, ouço sua voz.&lt;/div&gt;Sem ao menos tê-la escutado antes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3817270067461220627-2105191476662855947?l=mechamedeleo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/feeds/2105191476662855947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3817270067461220627&amp;postID=2105191476662855947' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/2105191476662855947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/2105191476662855947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/2009/02/sinta.html' title='Sentir o sentimento.'/><author><name>; )</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03420872545493406766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3817270067461220627.post-1858853977429467682</id><published>2009-01-24T08:45:00.000-08:00</published><updated>2009-01-28T05:01:04.582-08:00</updated><title type='text'>O pequenino Wagner Lumes e a pequenina Mimi.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;             Sempre que passava por aquelas bandas, gostava de aparecer. Sempre saia de sua casa à beira do rio e voava rente ao mar, doido pra que todos o vissem. Seu voar era um tanto quanto engraçado.&lt;br /&gt;            Quando pequeno sofreu um pequeno acidente. Em um de seus vôos rasantes pela imensidão azul resolveu posar na água para mostrar que além de voar, ainda podia nadar. Foi aí que um pequeno peixe, que achava que aquele era o jantar do dia, abocanhou-o. E lá se foi um pedaço de sua asa. O pequenino Wagner Lumes agora voava capengando. Uma asa batia linda e lentamente, enquanto a outra seguia um ritmo exclusivamente dela. Os amigos zombavam de sua pequenina asa, diziam que era meio vaga-lume, meio beija-flor.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            O pequeno pirilampo resolveu então ser o mais iluminado de todos. Pois só sendo o mais iluminado de todos os vaga-lumes de sua comunidade, ele não seria mais zombado pela sua desnorteada asa. Mas o pequeno Wagner Lumes tinha tanta luz quanto sua pequena asa tinha de bonita. O pequenino, para se livrar dos comentários gostava de voar sozinho. Saia da orla ribeirinha e voava horas, dias, semanas.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Em um de seus passeios noturnos, o pequenino voava junto ao mar, até que avistou uma cidade inteira de vaga-lumes, com brilhos tão diferentes, nunca vistos antes por ele. Estavam todos muito perto do mar, vinham com as ondas e sumiam em instantes. Curioso, ele aproximou-se para ver. Esperou até uma onda chegar e foi rápido em direção a multidão. O pequeno Wagner não entendia como eram tão iluminados, por que não voavam e como sumiam tão rápido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Seu espanto foi ainda maior, pois todos eles pararam e apenas observavam o pequenino. Ele estava pasmo.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           - Por que me olham? – perguntou.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Eles apenas olhavam imóveis. Até que uma pequena menina, que acabara de acordar, resolveu falar com o pequeno forasteiro. Aliás, ela gosta tanto de dormir que todos a chamam Mimi.             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           - Você é diferente. – disse Mimi.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          O pequeno pirilampo ficou triste e envergonhado por causa de sua asa e de seu pouco brilho. O pequenino estava saindo de cabeça baixa, quando ele escutou a mesma voz:             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           - Como é que ele faz isso? Ele é o máximo.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          O pequenino, que estava com vergonha de sua desordenada asa, abriu um sorriso e saiu voando freneticamente. Todos observavam atentos e aplaudiam sempre que dava seus rasantes. O pequenino Wagner Lumes resolveu passar ali todos os dias para dar seu espetáculo.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Em um de seus vôos rasantes, ele avistou novamente a menina.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          - Como é que você, uma tatuíra, pode voar? – perguntou ela.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          - Tatuíra? Eu sou um vaga-lume.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         A menina ficou espantada. Ele brilhava tanto quanto uma tatuíra, mas não era uma tatuíra. Ela bem que havia notado. O brilho dele era diferente, apagava e acendia, como se controlasse a luz. Ela não tinha dúvidas, era ele que a ensinaria a voar. O sonho de sua vida era voar. Eis ali a oportunidade. A partir dali, todos os dias a menina observava horas e horas o grandioso vaga-lume sobrevoar o mar.             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ela não via a hora de poder voar também. Certo dia, a pequena tatuíra resolveu seguir o vaga-lume e descobrir de que mar ele vem. Wagner Lumes, logo após de dar seu show particular, retornou para sua casa. Sempre voando pela beira do mar, para não se perder. A pequena crustácea o seguiu sem fazer barulho algum. Quando ele olhava para trás, ela fazia um buraco na areia e ficava quieta e escondidinha debaixo da terra.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Chegando à entrada do rio, a menina Mimi ficou com medo de seguir em frente. Nunca nenhuma tatuíra havia entrado no rio. O rio era muito perigoso para tatuíras. Mas mesmo assim, lá foi ela, atrás dele, encarou o rio e foi aprender a voar. Chegando à beira do rio, ela viu vários vaga-lumes. Mimi tentava voar como eles, mas não conseguia. Esforçava-se ao máximo. Nada. A pequenina estava cansada, seu corpo foi amolecendo e seu brilho foi ficando mais intenso.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Dizem que quando uma tatuíra está morrendo, o brilho fica tão intenso que ilumina todo o oceano.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Mimi estava ficando cada vez mais iluminada.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Wagner, que estava chegando em casa, vê um brilho enorme vindo do rio. Ele voa rápido até lá. Mesmo ofuscado pelo brilho intenso da pequenina, consegue vê-la quase morrendo. Ele aproxima-se.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           - O que você quer que eu faça? – disse Wagner.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           - Eu quero voar. – respondeu ela, falando lentamente.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Wagner não pensou duas vezes, pegou a pequena Mimi e saiu em disparada para o mar. Ele sabia que o rio não era o lugar dela. Jamais havia visto uma tatuíra por ali antes. Ele passou correndo pela cidade dos vaga-lumes e toda comunidade viu o pequeno pirilampo voando mais rápido que o mais veloz zangão. Ele chegou perto do mar e deixou a menina na areia da praia. A pequenina já não respondia mais nada e seu brilho já não existia mais.&lt;br /&gt;            - Acorde pequena Mimi. Por favor, acorde. – disse Wagner desesperado.&lt;br /&gt;            Foi então que o pequeno Wagner Lumes desabou em choros. Chorou tanto que suas lágrimas cobriram todo o corpo da pequena Mimi.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             Alguns segundos de silêncio e...&lt;br /&gt;            - Eu voei? – disse a pequenina acordando.&lt;br /&gt;            Wagner Lumes feliz da vida, não acreditava no que havia acontecido e saiu voando e gritando:&lt;br /&gt;            - A pequena Mimi acordou. Ela acordou...&lt;br /&gt;            Mimi, deitada na areia da praia, repetia a mesma frase.&lt;br /&gt;            - Eu voei? Eu voei? Eu voei.&lt;br /&gt;            - Sim, você voou pequena Mimi.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Mimi, sentindo o gosto das lágrimas do pequeno pirilampo, sussurrou:             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           - Suas lágrimas são salgadas, como o mar.             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           O pequenino Wagner Lumes e a pequenina Mimi, abraçados, choravam de felicidade. Os dois nem perceberam que seus brilhos iluminavam a tudo e a todos. E por um segundo, o mundo inteiro viu o verde mais brilhante.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3817270067461220627-1858853977429467682?l=mechamedeleo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/feeds/1858853977429467682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3817270067461220627&amp;postID=1858853977429467682' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/1858853977429467682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/1858853977429467682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/2009/01/o-pequenino-walter-lumes-e-pequenina.html' title='O pequenino Wagner Lumes e a pequenina Mimi.'/><author><name>; )</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03420872545493406766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3817270067461220627.post-6368032966980277565</id><published>2009-01-01T14:27:00.000-08:00</published><updated>2009-01-02T10:42:59.345-08:00</updated><title type='text'>Seria a morte do Cinema brasileiro?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vvK3K4WH4_w/SV1EBMZdePI/AAAAAAAAAJU/WOc8S-SCmk4/s1600-h/cinema.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5286456324901402866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vvK3K4WH4_w/SV1EBMZdePI/AAAAAAAAAJU/WOc8S-SCmk4/s320/cinema.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se eu fosse você não perderia o tempo lendo este texto, você que está cansado de ler, ver, ouvir e dizer que o Cinema brasileiro é isso, que o Cinema brasileiro é aquilo... Mas vou lhes dizer uma coisa. Tentaram assassinar o Cinema brasileiro.&lt;br /&gt;Fui ao cinema um dia desses para ver mais um filme “de” Daniel Filho. Antes de entrar à sala, estava trocando uns tíquetes, pois havia ganhado alguns ingressos em uma promoção de um shopping. Havia tantos ingressos que foram muitos amigos e ainda sobrou um. Um único, que um de meus amigos entregou para um rapaz na fila do cinema. Ele agradeceu e fomos para sala.&lt;br /&gt;Sentado na poltrona, assisti aos trailers e estava bem empolgado com o começo do filme, até que, em uma cena em que o Tony Ramos conversava com a Glória Pires (meio óbvio, mas não lembro exatamente em qual cena foi), ouvi vozes vindas lá de cima, pois estava sentado em uma das primeiras fileiras. Duas pessoas desciam as escadas, mal dava para ver quem eram. Quando eles chegaram perto da porta de saída, deu para ver seus rostos. Um deles era o rapaz que meu amigo entregou o ingresso na bilheteria. Foi aí que o próprio rapaz fez um gesto que parecia retirar uma arma da cintura e atirar na tela. Calma, não era uma arma de verdade, eram seus próprios dedos. Ele os fez como armas e atirou na tela. “Puf, puf, puf”, três tiros.&lt;br /&gt;No momento pensei: “Será os tiros para o Tony ou para Glória?”. Olhei para tela, na expectativa de ver os atores desviarem das balas como Keanu Reeves em Matrix. Mas não, o Tony Ramos e a Glória Pires continuavam o diálogo como se nada tivesse acontecido. E eu ali, pasmo com a cena. “Como eles desviaram tão rápido das balas disparadas pelo rapaz?” – pensei.&lt;br /&gt;Lamento por ter perdido algumas palavras que os atores disseram, pois só ouvi o “Puf, puf, puf” da “arma”. O filme continuou ótimo, e sem efeitos de Matrix. Fico pensando, e se estivesse passando Matrix? O rapaz atiraria no Keanu Reeves também? &lt;div align="justify"&gt;Ah, deixa pra lá.&lt;br /&gt;Graças aos desvios mais rápidos que os efeitos de Matrix, feitos por Tony e Glória, o Cinema brasileiro continua “vivinho da silva”. Se eu fosse você, eu não perderia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3817270067461220627-6368032966980277565?l=mechamedeleo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/feeds/6368032966980277565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3817270067461220627&amp;postID=6368032966980277565' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/6368032966980277565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/6368032966980277565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/2009/01/o-cinema-brasileiro-morreu.html' title='Seria a morte do Cinema brasileiro?'/><author><name>; )</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03420872545493406766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vvK3K4WH4_w/SV1EBMZdePI/AAAAAAAAAJU/WOc8S-SCmk4/s72-c/cinema.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3817270067461220627.post-3880749111940045153</id><published>2008-12-22T08:02:00.000-08:00</published><updated>2008-12-22T08:16:06.509-08:00</updated><title type='text'>"Papai Noel"?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vvK3K4WH4_w/SU-9N87MwUI/AAAAAAAAAI4/vc1XD4Fl4K8/s1600-h/papai+noel.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5282648935319257410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vvK3K4WH4_w/SU-9N87MwUI/AAAAAAAAAI4/vc1XD4Fl4K8/s320/papai+noel.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Papai Noel é um velhinho barbudo, gordinho com bochechas avermelhadas, que sempre está de gorro e roupão vermelho. Ele entrega presentes para todas as crianças que foram boazinhas durante o ano, no dia 25 de dezembro. Esse dia é chamado de natal e é o dia mais festejado por todos. São Nicolau ou Santa Claus mora no Pólo Norte e entrega os presentes a bordo de um trenó puxado por renas voadoras, com o auxílio de pequeninos duendes.&lt;br /&gt;Não gostaria de dar essa notícia e muito menos que você, leitor, fique triste ou desapontado com o que vou desvendar agora. Papai Noel, por incrível que pareça, não existe. Isso mesmo, não adianta chorar, ou perguntar a sua mãe ou a seu pai o porquê deles terem mentido, mas eles também foram enganados como você.&lt;br /&gt;Primeiramente avaliamos o apelido de Nicolau, Papai Noel. Ninguém nunca viu ou ouviu falar de filho algum de Santa Claus, então por que o chamam de “Papai Noel”, se nem pai ele é? Renas voadoras... Renas não possuem asas, como elas voam? Elfos, duendes ou gnomos; você acha mesmo que existem essas coisas? “Papai Noel” ou usa algum tipo de entorpecentes ou é muito louco pra ver duendes e renas voadoras. Outro ponto questionável é a entrega de presentes. Como um velhinho barrigudo consegue rodar o mundo inteiro em apenas um dia? De repente se ele for parente do Super-Homem ou do “The Flash” ele até consiga, mas sabemos que ele não tem ligação alguma com esses personagens. A lenda diz que “Papai Noel” entra na casa das crianças pela chaminé, porém nem todas as casas possuem chaminés e algumas têm umas chaminés que nem mesmo as crianças passariam por ali, imagina um idoso rechonchudo. O que “Papai Noel” faz no resto do ano? Ele trabalha apenas um dia e é comunitário, sem salário algum, como ele se alimenta e consegue manter essa aparência tão saudável que é mostrada a todos nós? “Papai Noel” entrega presentes somente para crianças que foram boas durante o ano. Como meu vizinho Joquinha, que reprovou três vezes na mesma série e bate em todos os coleguinhas mais novos, ganhou uma bicicleta no natal passado?&lt;br /&gt;“Papai Noel” não passa de uma lenda, feita para nos enganar. Vou revelar ao mundo a verdadeira história da noite de Natal. Na véspera do grande dia de Natal, as pessoas do mundo inteiro se reúnem para comemorar esta data, jantam com suas famílias e ficam reunidos em casa, sem ao menos olhar para as ruas. Todo mundo sabe que os brinquedos criam vida quando não olhamos para eles, estamos cansados de ver filmes como “Toy Story” e “Chucky”. No mundo inteiro existem inúmeras lojas de brinquedos, o que explica a distribuição fácil dos brinquedos que já estão perto das crianças. Eles aproveitam esse momento de reunião familiar e fogem das lojas indo até a casa das crianças. Essa sim é a verdadeira história da noite de Natal.&lt;br /&gt;“Papai Noel”? Desculpe desapontá-los, mas ele não existe.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3817270067461220627-3880749111940045153?l=mechamedeleo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/feeds/3880749111940045153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3817270067461220627&amp;postID=3880749111940045153' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/3880749111940045153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/3880749111940045153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/2008/12/papai-noel.html' title='&quot;Papai Noel&quot;?'/><author><name>; )</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03420872545493406766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vvK3K4WH4_w/SU-9N87MwUI/AAAAAAAAAI4/vc1XD4Fl4K8/s72-c/papai+noel.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3817270067461220627.post-4067712293366561186</id><published>2008-12-09T16:54:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T16:55:40.269-08:00</updated><title type='text'>Ó do borogodó.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Sabe aquelas expressões que a gente ouve e não tem a menor idéia de onde vem? Uma vez ouvi uma amiga minha falar do tal do “Ó do borogodó” e fiquei instigado. O que será esse tal de borogodó pro seu “ó” ser tão importante assim? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;O&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;“ó” é uma letra de destaque entre as vogais da palavra borogodó. Por isso, ela pode sofrer algum tipo de exclusão das outras que não tem o acento agudo. Ela pode ser venerada pelos órfãos de acento, sendo única, e com isso tão boa que é o “Ó do borogodó”, ou talvez ela seja discriminada pelos “ôs”, colocando o “ó” de lado, como o “Ó do borogodó”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;O “Ó do borogodó” pode ser uma coisa tão boa, tão boa que é o “Ó do borogodó”. Mas também pode ser tão ruim, tão ruim que é o “Ó do borogodó.”. Há defensores de que o borogodó é alguma coisa de comer, o que explicaria muita coisa. Outros dizem que borogodó é um lugar. Outros dizem que não é nada. O que é o “ó” e o “borogodó”? Uma comida? Um lugar? Um “o” excluído? Um...? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;O “Ó do Borogodó” não é &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;do “Balaco Baco”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3817270067461220627-4067712293366561186?l=mechamedeleo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/feeds/4067712293366561186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3817270067461220627&amp;postID=4067712293366561186' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/4067712293366561186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/4067712293366561186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/2008/12/do-borogod.html' title='Ó do borogodó.'/><author><name>; )</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03420872545493406766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3817270067461220627.post-7676754616663916637</id><published>2008-12-01T07:07:00.002-08:00</published><updated>2008-12-01T07:10:53.196-08:00</updated><title type='text'>AJUDE SANTA CATARINA.</title><content type='html'>AJUDAR SANTA CATARINA É MAIS FÁCIL DO QUE PARECE.&lt;br /&gt;É SÓ DEPOSITAR EM UM DOS BANCOS ABAIXO OU FAZER A DOAÇÃO EM DONATIVOS EM ALGUM DOS POSTOS LISTADOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contas para depósito&lt;br /&gt;Banrisul&lt;br /&gt;Banrisul: agência 0131, conta corrente 06.852725.0.5. O depósito devem ser feito em nome de Fundo Enchente SC, para o CNPJ 92702067015037&lt;br /&gt;CDL de Blumenau&lt;br /&gt;Banco do Brasil (BB): agência 0095-7, conta corrente 500.000-9. O CNPJ da CDL/Blumenau é 8265970015/0001-15&lt;br /&gt;Defesa Civil&lt;br /&gt;Banco do Brasil: agência 3582-3, conta corrente 80.000-7&lt;br /&gt;Besc: agência 068-0, conta corrente 80.000-0&lt;br /&gt;Bradesco: agência 0348-4, conta corrente 160.000-1&lt;br /&gt;Caixa Econômica Federal: agência 1877, operação 006, conta 80.000-8&lt;br /&gt;Itaú: agência 0289, conta corrente 69971-2&lt;br /&gt;O depósito para as contas deve ser creditado ao Fundo Estadual de Defesa Civil-Doações. O CNPJ da Defesa Civil é 04.426.883/0001-57&lt;br /&gt;Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc)&lt;br /&gt;Banco do Brasil: agência 3425-8, conta corrente 21.000-5.&lt;br /&gt;O CNPJ da Fiesc é 838738770001-14&lt;br /&gt;Trabalho voluntário&lt;br /&gt;Itajaí&lt;br /&gt;Defesa Civil convoca voluntários com experiência em situações de emergência. Interessados devem se apresentar na Rua Blumenau, 1500 (ao lado da Celesc). Telefone: (47) 3249-5830.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE:&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/sos-sc/conteudo/detalhe/Como-ajudar.html" target="_blank"&gt;http://www.clicrbs.com.b&lt;wbr&gt;r/especial/sc/sos-sc/conteudo/detalhe/Co&lt;wbr&gt;mo-ajudar.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARA DOAÇÕES DE DONATIVOS:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hagah.com.br/locais/jsp/default.jsp?action=search&amp;amp;local=18&amp;amp;uf=2&amp;amp;regionId=2&amp;amp;category=&amp;amp;genre=&amp;amp;page=&amp;amp;seed=&amp;amp;filter=&amp;amp;letter=&amp;amp;genreFilter=&amp;amp;categoryFilter=&amp;amp;what=donativos&amp;amp;where=&amp;amp;locale=C18&amp;amp;x=68&amp;amp;y=10" target="_blank"&gt;http://www.hagah.com.br/locais&lt;wbr&gt;/jsp/default.jsp?action=search&amp;amp;local&lt;wbr&gt;=18&amp;amp;uf=2&amp;amp;regionId=2&amp;amp;category&lt;wbr&gt;=&amp;amp;genre=&amp;amp;page=&amp;amp;seed=&amp;amp;fil&lt;wbr&gt;ter=&amp;amp;letter=&amp;amp;genreFilter=&amp;amp;ca&lt;wbr&gt;tegoryFilter=&amp;amp;what=donativos&amp;amp;whe&lt;wbr&gt;re=&amp;amp;locale=C18&amp;amp;x=68&amp;amp;y=10&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JÁ FEZ A SUA PARTE?&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3817270067461220627-7676754616663916637?l=mechamedeleo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/feeds/7676754616663916637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3817270067461220627&amp;postID=7676754616663916637' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/7676754616663916637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/7676754616663916637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/2008/12/ajude-santa-catarina.html' title='AJUDE SANTA CATARINA.'/><author><name>; )</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03420872545493406766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3817270067461220627.post-5116844796940530575</id><published>2008-11-29T18:08:00.000-08:00</published><updated>2008-11-29T18:10:51.743-08:00</updated><title type='text'>A Bicicleta.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;Quando era pequeno jogava bola todos os dias, brincava na rua, corria descalço e aprontava todas. Lembro que eu descia uma ladeira gigante em cima de um carrinho de plástico, pois não tinha os famosos rolimãs. Escorregava pelos morros sem medo nenhum, até cair, machucar e sair correndo pra casa. Mas a coisa foi evoluindo. Do pobre carrinho passei para um rolimã e depois uma grande bicicleta. Eu tinha uma Monark toda preta com detalhes em amarelo. Aro 14, a coisa mais linda. As meninas tinham as chamadas Ceci, com cestinha na frente e coisa e tal. Outros tinham a famosa Caloi Cross. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;As ladeiras ficavam cada vez menores e os pulos em rampas e lombadas me levavam pra casa cada vez mais cedo. De tanto cair, em um desses dias quebrados, acabei em frente à TV. Eu prestava atenção nos gols. Um mais bonito que o outro. Até que um dos gols me chamou a atenção. Neto, jogador do Corinthians, fez um golaço de bicicleta. De bicicleta, e não se machucou. Incrível. Naquele momento eu sabia o que queria. Um gol de bicicleta. Não ia descansar até fazer um. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;O tempo se passou e nunca consegui fazer o gol de bicicleta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;Hoje em dia, já que não tenho mais meu rolimã e minha Monark, sempre espero pela oportunidade de fazer um gol de “bike” nas peladas. Foi então que num desses jogos a oportunidade apareceu. O jogo estava pegando fogo e nosso time estava perdendo. Em um dos vários ataques do time adversário, nosso goleiro lançou a bola. Ela vinha em minha direção, alta, perfeita pra relembrar o grande lance do Neto. Mas eu estava muito longe do gol, exatamente no meio do campo. A oportunidade que nunca havia tido na vida, estava ali. Dizem que andar de bicicleta ninguém esquece. Então pensei “É agora ou nunca.”. Olhei para o goleiro, ele estava adiantado. Pronto. Minha bicicleta estava ali. Projetei meu corpo, saltei e dei a pedalada. A bola viajou meio campo, parecia que estava em câmera lenta. Os zagueiros olhavam pasmos e a torcida estava boquiaberta. O goleiro, que não esperava tal façanha, corria em direção a bola para evitar o lance mágico. Até que ele tropeça. Pronto, com o gol aberto o gol do Neto ia virar fichinha perto de minha obra prima. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:arial;font-size:12;"  &gt;A bola viaja por cima do goleiro, lenta, quica na frente do gol uma vez e... Na trave. Isso mesmo, na trave. Por essa eu não esperava. Na trave. A trave atrapalhou o grande sonho de fazer o gol de bicicleta. Com a mão e o cotovelo ralados levantei. O juiz apitou, sinalizando o final da partida. Frustrado pela oportunidade que tive, sai da pequena quadra de futsal e perguntei para uma criança que assistia a maravilhosa cena. “Uma Ceci”. Uma Ceci disse o menino. “Sua bicicleta parecia mais uma Ceci”. Minha bicicleta Monark aro 14, toda preta com detalhes em amarelo tinha virado uma Ceci. Com cestinha e tudo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:arial;font-size:12;"  &gt;Depois de andar de Ceci, agora só ando de rolimã. &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3817270067461220627-5116844796940530575?l=mechamedeleo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/feeds/5116844796940530575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3817270067461220627&amp;postID=5116844796940530575' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/5116844796940530575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/5116844796940530575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/2008/11/bicicleta.html' title='A Bicicleta.'/><author><name>; )</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03420872545493406766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3817270067461220627.post-8123261828081198283</id><published>2008-11-25T18:27:00.000-08:00</published><updated>2008-11-27T11:55:20.418-08:00</updated><title type='text'>Petit Gateau.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.45pt; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;Petit Gateau é uma sobremesa francesa que, basicamente, é feita com uma bola de sorvete e um bolinho de chocolate. Há algumas variações do Petit Gateau, são chamadas de brownie com sorvete. Na verdade é a mesma coisa, trata-se de uma bola de sorvete com um bolinho de chocolate.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.45pt; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;Ah! O sorvete. Ele tem que ser cremoso, daqueles bem docinhos que derretem na boca, ou melhor, desmancham-se quando colocados sobre a língua, se for um Häagen Dazs melhor ainda. A maioria dos apaixonados pelo doce prefere de creme, porém há aqueles que não largam o de chocolate, ou o de kiwi. Isso mesmo, até mesmo o de kiwi, com um gostinho amarguinho que se junta com o docinho do delicioso bolinho. Dá água na boca só de lembrar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.45pt; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;Ah! O bolinho. Recém saído do forno, quentinho, macio e com uma caldinha de chocolate que derrete na boca. Ah! O bolinho. Parece a nega maluca da mamãe com gotinhas de chocolate da vovó. Pequenino, mas do tamanho ideal. Quando você acha que vai ficar muito doce, ele acaba; e você não vê a hora de pedir outro para derreter em sua boca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.45pt; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;Ah! O sorvete. Ah! O bolinho. O sorvete é deliciosamente cremoso, o bolinho melhor ainda, mas quando se juntam em uma colherada só, ficam irresistíveis. Petit Gateau, bom no verão, bom no inverno, bom quentinho e bom geladinho. Petit Gateau, bom a toda hora.&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 1.5pt 0cm; text-indent: 35.45pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Pensando bem, há aqueles que preferem Petit Gateau, mas sexo é muito melhor.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3817270067461220627-8123261828081198283?l=mechamedeleo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/feeds/8123261828081198283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3817270067461220627&amp;postID=8123261828081198283' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/8123261828081198283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/8123261828081198283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/2008/11/petit-gateau.html' title='Petit Gateau.'/><author><name>; )</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03420872545493406766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3817270067461220627.post-3403024349858192970</id><published>2008-11-22T19:09:00.000-08:00</published><updated>2008-11-23T08:57:51.510-08:00</updated><title type='text'>Qual é a pergunta?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 1.5pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Certo dia, estava sentado em frente à TV, procurando algum canal pra me entreter, como quem não tem nada pra fazer. O pior é que a TV não ajuda em nada com a programação. Foi aí que adotei o método de subir os canais, começando pelo canal 10. Depois de passar cinco vezes pelo mesmo canal, resolvi fazer um método diferente, que eu jamais tinha usado. Fechei os olhos e, ao invés de subir, resolvi descer os canais. Alguns segundos se passaram e pronto. Estava no canal que iria assistir. Sendo interessante ou não, era aquele o canal escolhido.&lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-family: arial;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;A primeira cena que apareceu foi de uma garota, de mais ou menos uns vinte anos, dizendo: “Foi o mais interessante que já fiz, mas gostaria de experimentar outras coisas.”. O que essa menina fez? O que ela gostaria de experimentar? O que foi tão interessante que marcou a vida dessa menina? A curiosidade tomou conta de mim, várias perguntas passaram pela minha cabeça. Mas o que o repórter havia perguntado àquela garota? Qual era o motivo da reportagem?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;Depois que a garota terminou a resposta, o repórter chamou o break. A frase da menina me perturbava. “... gostaria de experimentar outras coisas.”. Imaginei inúmeras perguntas que se encaixavam com a resposta dela. Será que o repórter perguntou alguma coisa sobre sua carreira? Seria ela uma artista plástica? Chefe de cozinha? O que ela faz de tão interessante? Que misteriosa pergunta foi feita a essa garota? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;Fiquei tanto tempo matutando para saber a pergunta à resposta da garota que quando prestei atenção na TV, já havia outra garota. Ela respondia provavelmente a mesma pergunta. E mais uma vez eu havia perdido a pergunta. Fiquei tentando adivinhar a pergunta e não prestei atenção no repórter. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;“Foi em Canoas.” – respondeu a outra garota. O repórter retrucou: “Numa canoa?”, “Não né, em Canoas.”. A curiosidade estava cada vez maior. Que pergunta ele fez para ela, seria a mesma pergunta de antes do intervalo? E novamente o repórter chama o break. O intervalo passando e eu com várias dúvidas sobre o programa. Que tanso que fui. Por que fiquei viajando tanto no intervalo, se poderia apenas assistir a programação e esperar a pergunta ser feita novamente. Foi isso que fiz. Propaganda vai, propaganda vem e nada do programa voltar. E a dúvida ainda me incomodava. Até que, pronto, eu sabia qual era a pergunta. Como não havia pensado nisso antes. A pergunta agora estava clara. “Foi em Canoas.”. Eu já sabia a pergunta, era só esperar para confirmar. Qual o lugar mais estranho que você já fez sexo? Estava claro, tem de ser essa. “... gostaria de experimentar outras coisas.”, com certeza era essa a pergunta. Mas Canoas? O que tem de errado com Canoas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;Novamente o programa voltou e, lá estava, outra garota. Pronto, perdi novamente a pergunta. A mulher ria demais. Não parava mais, estava aos prantos. Ela e o repórter choravam de tanto rir. Fiquei ainda mais curioso. Por que riam tanto? Até que o repórter falou à garota: “Então foi em cima de uma bola de basquete?” e os dois caiam novamente na gargalhada. O que de tão engraçado teria acontecido em cima de uma bola de basquete? E o repórter rindo e enxugando as lágrimas disse: “Ficamos por aqui e até semana que vem pessoal.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 1.5pt 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;Eu, pasmo, fiquei sem acreditar que perdi a pergunta. O programa havia acabado e não tinha a menor idéia da pergunta. O que essas garotas queriam? Experimentar outras coisas? Bola de basquete? E Canoas? O que tem a ver?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fechei os olhos e comecei a mudar os canais, mas dessa vez preferi subir.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3817270067461220627-3403024349858192970?l=mechamedeleo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/feeds/3403024349858192970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3817270067461220627&amp;postID=3403024349858192970' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/3403024349858192970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/3403024349858192970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/2008/11/qual-pergunta.html' title='Qual é a pergunta?'/><author><name>; )</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03420872545493406766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3817270067461220627.post-8999701105217454433</id><published>2008-11-21T11:14:00.000-08:00</published><updated>2008-11-23T08:59:43.491-08:00</updated><title type='text'>Férias do "Chico"</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Esses dias eu estava na aula e o professor pediu pra fazer uma crônica. Não solicitou assunto algum. Foi aí que começou o problema. Não sabia que era tão difícil escolher um tema. Pensei em tudo e ao mesmo tempo em nada. Tudo que eu olhava, eu imaginava um texto, porém soltar as palavras no papel se tornava um grande desafio. Resolvi esperar a semana para que alguma coisa me chamasse à atenção ou surgisse um tema do além. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Pensei em pedir desculpas ao professor e dizer “não deu, o Chico não veio”. Não podia mais esperar as inspirações do além. E falar isso ao professor seria muita ousadia. Mas parei, pensei e, poderia até escrever um texto sobre aquilo. Alguma coisa, nem que fosse uma palavra ou um pequeno texto haveria de sair.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Lembrei que estava conversando com o garçom de um bar e admirando uma loira maravilhosa que estava a nossa frente. “Perfeita essa loira doutor”, foi o que ele me falou. Perfeita mesmo, pensei. Essa loira gostosa que está me tentando daria um texto e tanto, até dois. Frases soltas vieram-me a cabeça. Juntei-as há algumas metáforas. Pronto! Meu texto está pronto, pensei. Quem disse que eu lembraria o texto no dia seguinte. Mas também, com tanta cerveja não poderia lembrar de modo algum das frases feitas pra minha querida loira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Qual tema escolher então? Futebol? Mulheres? É, futebol e mulheres são as coisas que mais gosto, daria pra fazer um bom texto, acho. Pensei no futebol, pensei nas mulheres. Resolvi ficar com as mulheres. Comecei a escrever e descrever uma mulher. Morena, baixinha, olhos castanhos. Mas “peraí”, por que escrever apenas sobre uma mulher se elas são tantas e tão diferentes umas das outras, cada uma com uma beleza diferente. Não poderia elevar apenas uma. Resolvi então escrever sobre as mulheres em geral. Ok! Era só pensar num lugar onde tenha os mais variados tipos de mulheres e belezas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Intervalo das aulas. Está aí um lugar de se admirar. Mulheres de todos os tipos e várias belezas. Comecei a lembrar. Deu até vontade de escrever um texto inteiro sobre o recreio. Morena de olhos claros, morena de olhos escuros, alta, baixa, mulheres de todos os tipos. Pronto! Apaguem as luzes, chamem um DJ e contratem alguém que apague e acenda as luzes tão rápido quanto uma criança brincando de queimar a lâmpada no quarto da mãe. Pois é, isso poderia queimar a lâmpada, melhor não.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Ruiva, castanha, bundão, bundinha, morena, loira. Loira! Pronto, estava de novo a loira à minha frente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;“Essa está bem quente, posso pegar outra ou o senhor prefere assim mesmo?” disse o garçom. “Bem gelada, por favor.” – respondi enquanto pensava no tema da minha crônica. Escrever sobre o quê? Enfim, cheguei a uma conclusão. A melhor coisa a fazer era tomar coragem e falar ao professor: “Desisto professor, vou esperar o intervalo pra ver se acho alguma loira que me inspire.” Já bateu o sinal?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3817270067461220627-8999701105217454433?l=mechamedeleo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/feeds/8999701105217454433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3817270067461220627&amp;postID=8999701105217454433' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/8999701105217454433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3817270067461220627/posts/default/8999701105217454433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mechamedeleo.blogspot.com/2008/11/frias-do-chico.html' title='Férias do &quot;Chico&quot;'/><author><name>; )</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03420872545493406766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
